Em mais um capítulo da tensão entre o Judiciário e o Legislativo, Gilmar Mendes invalidou a tentativa da CPI do Crime Organizado de vasculhar as contas do fundo Arleen. A justificativa foi processual: a CPI teria aprovado o pedido de Sergio Moro “no atacado”, sem a devida fundamentação individual exigida para quebras de sigilo.
O caso ganha contornos políticos por envolver o Tayayá Resort, hotel fundado pela família de Dias Toffoli. Embora Toffoli tenha confirmado ser sócio da vendedora (Maridt), ele reforça que a transação de 2025 foi estritamente comercial e que não possui vínculos com os gestores do fundo comprador, atualmente sob a lupa da Polícia Federal.
